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Mídia internacional destaca pedido de paz do Brasil na Ucrânia

Veículos de mídia internacionais destacaram a rejeição do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ao pedido para acabar com a guerra contra a Rússia, apresentado por Brasil e China. A proposta, apoiada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi chamada pelo presidente ucraniano de “pressão” para a paz.

Durante discurso na 4ª feira (25.set.2024) na 79ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Zelensky criticou a posição do Brasil. Acusou países que buscam alternativas à solução ucraniana de quererem “participar do que Putin está fazendo”.

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O Le Monde, da França, e a agência de notícias norte-americana Reuters destacaram a hostilidade do líder ucraniano à iniciativa apoiada por Lula.

Zelensky “teme que o ‘plano chinês’ fosse um ultimato disfarçado a Kiev“, afirma o jornal francês. A agência de notícias disse que o presidente “rejeitou os esforços da China e do Brasil para acabar com a guerra“.

O Politico, veículo sediado nos Estados Unidos, chamou atenção para a escolha de palavras do presidente ucraniano. Apesar de não citar diretamente o Brasil, relembrou que a proposta foi definida como “proposta de paz colonial”.

A Agência France-Presse, publicada no jornal da Argentina La Nación, deu ênfase às falas de Lula. Segundo a publicação, o presidente busca papel mediador na conversa entre Rússia e Ucrânia.

O canal Al Jazeera, financiado pelo Qatar, também apontou a inflexibilidade de Kiev em relação à proposta. [Zelensky] disse que não havia alternativa à sua fórmula de paz”, diz a publicação.

Os esforços de negociação pela paz foram vistos de maneira mais amena pela mídia russa. A agência RIA Novosti disse que Lula “apelou a Kiev” para chegar a um acordo de paz.

A iniciativa brasileira foi recebida de maneira mais adversa pela RBC, da Ucrânia. “Vários países, incluindo China e Brasil, propuseram seus próprios ‘planos de paz’ para a guerra na Ucrânia. Sua proposta pede a desescalada da situação e a retomada do diálogo direto, sem exigir uma retirada da Rússia“, disse a agência.

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