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‘A Forja’ é mais um filme cristão atento aos problemas dos jovens de hoje em dia

REGIANE SOARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Em uma sociedade em que quase tudo se resolve com alguns cliques e a comunicação se assemelha a códigos enviados por mensagem de texto, parar para escutar alguém se tornou raro. Mas é o que “A Forja: O Poder da Transformação”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (26), propõe ao apresentar a vida do jovem Isaías Wright. Papel de Aspen Kennedy, o rapaz de 19 anos não estuda nem trabalha e é desafiado pela mãe a procurar um emprego para pagar o aluguel.

E tudo ia mal em sua vida até que ele finalmente encontra alguém disposto a ouvi-lo. Josué Moore, vivido por Cameron Arnett, um empresário bem-sucedido, não somente oferece um emprego a Isaías, como também se propõe a ser o seu mentor e lhe apresentar valores cristãos para a vida.

O tom é mesmo de ensinamento. “A Forja” é escrito, dirigido e atuado por cristãos, os irmãos Alex e Stephen Kendrick, autores de sucessos entre o público evangélico, como “Prova de Fogo”, de 2007, “Quarto de Guerra”, de 2014, e “Mais que Vencedores”, de 2018.

O gênero, em geral importado dos Estados Unidos, tem ganhado espaço tanto no streaming como nas salas de cinema do país, a exemplo da série “The Chosen”, sobre a vida de Jesus.

“Nossos filmes são agora ferramentas para ajudar as pessoas a amar Deus e a amar as pessoas”, diz Alex, diretor do longa que assina o roteiro com o irmão.

“Ouvir é um dos temas [do filme]. Mas nós diríamos que queremos amar os jovens e então conectá-los com a verdade em uma relação com Deus. Mas nós temos uma geração ao redor do mundo que é uma geração digital. Eles estão vendo cinco horas ou mais de vídeo por dia, e muitas vezes o que eles estão vendo é pura fantasia. Não está ajudando”, afirma Stephen.

Os irmãos estiveram em São Paulo no início de setembro para promover o lançamento e destacaram que seus filmes são uma das formas de falar de Jesus, mas não a única. Eles também são pastores, escritores e líderes em suas igrejas nos Estados Unidos.

“Um filme é como uma carta. As pessoas podem abrir e lê-la, e isso pode abençoar suas vidas. As verdades nos filmes são mais importantes do que os filmes. Quando as pessoas estão assistindo ao filme, no final, nós ajudamos elas a pensar profundamente sobre o que é o mais importante”, afirma Stephen.

Em “A Forja”, os irmãos Kendrick apresentam mensagens “para pessoas diferentes, em diferentes épocas de suas vidas”. E algumas dessas mensagens estão conectadas à realidade brasileira, como uma mãe solo que se esforça para educar e sustentar o filho sozinha.

No longa, a mãe de Isaías, Cynthia Wright, papel de Priscilla Shirer, enfrenta o medo de não conseguir dar conta, mas recebe apoio de outras mulheres. Já Isaías encontra no patrão e no grupo de homens que dá nome ao filme as respostas para os desafios da vida adulta.

Stephen explica que o grupo de homens se chama A Forja porque “eles querem ajudar o caráter e a fé desses jovens a crescerem”, assim como faz o forno de metais.

No filme, o que eles querem moldar é o coração das pessoas. “É por isso que chamamos de forja. É um paralelo a um pedaço de equipamento, quente e pressionado, mas faz isso para o bem e para ser forte. E no coração de um homem é o mesmo”, diz Stephen.

“E eu espero que esse filme inspire eles a se aproximar de jovens e convidá-los para casa, ajudá-los com seus problemas, responder às suas perguntas e ajudá-los a crescer”, afirma Stephen.

A Forja: O Poder da Transformação
Quando Estreia nesta quinta (26), nos cinemas
Classificação Livre
Elenco Aspen Kennedy, Cameron Arnett e Karen Abercrombie
Produção EUA, 2024
Direção Alex Kendrick e Stephen Kendrick

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