Mais uma vez, os moradores do Lago Norte enfrentaram oscilações e quedas de energia novamente nesta quinta-feira (16). O problema, que já se tornou rotina em 2025, reacende o debate sobre a fragilidade da infraestrutura elétrica na região e a falta de respostas concretas das autoridades e dos responsáveis.
De acordo com relatos dos moradores, a situação foi irregular entre os conjuntos. Na QI 11 conjunto 2, a energia permaneceu estável, enquanto o conjunto 3 ficou às escuras. Na QL 7 conjunto 7, o fornecimento seguiu normal, mas na QI 13 a falta de energia voltou a se repetir. Em algumas casas, o disjuntor (DR) chegou a cair no momento do trovão felizmente sem causar danos aos equipamentos.
Embora as causas imediatas possam estar relacionadas ao mau tempo, a frequência desses episódios vem deixando os moradores indignados. “Novamente isso? Tá complicado esse ano”, desabafou uma moradora da QI 13 em um grupo local. A frase resume o sentimento coletivo de quem já não sabe mais se deve se preparar para a chuva ou para o apagão.
O que mais incomoda é o silêncio das autoridades e a ausência de transparência por parte da empresa responsável de energia, que inconstantemente informa o motivo das interrupções ou o prazo para normalização. Em uma região reconhecida pelo seu padrão residencial elevado, os moradores questionam: como é possível que um bairro como o Lago Norte ainda enfrente tamanha instabilidade no fornecimento elétrico em pleno 2025?
A crítica é unânime: não se trata mais de um problema pontual, mas de uma falta de planejamento e manutenção adequada. Cada queda de energia representa não apenas o desconforto momentâneo, mas também prejuízos em equipamentos, insegurança e uma sensação crescente de descaso.
Enquanto o fornecimento não se estabiliza, resta aos moradores o velho costume de esperar no escuro por uma resposta que nunca chega.
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