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Jardins comestíveis ganham espaço no Lago Norte e unem beleza, economia e sustentabilidade

Tendência transforma quintais e varandas em verdadeiras hortas urbanas, promovendo saúde, bem-estar e mais contato com a natureza

Nos últimos meses, moradores do Lago Norte têm apostado em uma tendência que une paisagismo, alimentação saudável e sustentabilidade: os jardins comestíveis. Diferente das hortas tradicionais, esses jardins combinam o cultivo de alimentos frescos com o visual estético dos espaços residenciais, transformando canteiros, vasos e até floreiras em fontes de temperos, hortaliças e frutas.

“Além de economizar nas compras, a gente sente mais prazer em cozinhar o que colhe. É terapêutico”, conta Silvia Rocha, moradora da QI 9, que cultiva couve, manjericão, alface e hortelã em vasos na varanda de casa.

A proposta dos jardins comestíveis é simples: substituir ou combinar plantas ornamentais por espécies comestíveis, como ervas aromáticas (manjericão, alecrim, salsinha), hortaliças (alface, couve, rúcula), legumes (tomate-cereja, pimentão) e frutas (pitanga, jabuticaba, morango). Há ainda espaço para flores comestíveis, como capuchinha e amor-perfeito, que enfeitam e podem ir direto para o prato.

Benefícios vão além da estética

Além do fator visual e do sabor fresco dos alimentos colhidos na hora, os jardins comestíveis proporcionam uma série de vantagens:

  • Redução do uso de agrotóxicos
  • Economia nas compras do mês
  • Bem-estar emocional e mental
  • Educação ambiental para crianças
  • Contato direto com a terra e com o ciclo dos alimentos

Muitas famílias relatam que o hábito de cuidar das plantas se torna um momento de desaceleração e reconexão com o presente, especialmente em uma rotina urbana acelerada.

Como começar o seu jardim comestível

Para quem quer aderir à tendência, especialistas recomendam:

  1. Começar pequeno: escolha de 3 a 5 espécies fáceis, como alecrim, hortelã e alface.
  2. Avaliar a luminosidade do espaço: a maioria das plantas comestíveis precisa de pelo menos 4 horas de sol por dia.
  3. Utilizar vasos reaproveitados ou floreiras com boa drenagem.
  4. Evitar o uso de produtos químicos, optando por adubos orgânicos e controle biológico de pragas.

Dica da redação:

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