Em meio às divergências entre a Receita Federal e a Anvisa sobre a restrição aos cigarros eletrônicos, um estudo rastreou mais de 11 mil anúncios ilegais dos “vapes” no Brasil.
O levantamento foi feito pela plataforma de combate à pirataria “Offer”, por encomenda da Philip Morris Brasil. Ao todo foram identificados 11.594 anúncios, em redes sociais, sites privados e até plataformas de entrega.
Presidente da Anvisa, Barra Torres participa de ato pró-vacina na Câmara
Evandro Éboli – Metrópoles
Robinson Barreirinhas, secretário especial da Receita Federal
Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto
O uso de cigarro eletrônico provoca o envelhecimento da pele
Matic Grmek/Getty Images
Getty Images
As dermatologistas explicaram sobre o surgimento das rugas ao redor da boca de quem fuma vape
Jorge Elizaquibel/Getty Images
Amanda e Clarissa orientam que se pare de fumar
Yana Tikhonova/Getty Images
As dermatologistas explicaram sobre o surgimento de rugas ao redor da boca de quem fuma vape
Artem Hvozdkov/Getty Images
Segundo o estudo, os pagamentos são feitas, em sua maioria, via Pix, e as entregas são realizadas após algumas horas. A venda e a publicidade dos dispositivos eletrônicos para fumar são proibidas no Brasil desde 2009.
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Como mostrou a coluna, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, esteve com o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, em 3 de setembro, para tratar sobre os cigarros eletrônicos.
Na ocasião, Barreirinhas fez um apelo para Barra Torres: levar em consideração dados da aduana ao tratar da regulação dos vapes. Dentre eles, a expectativa que o setor movimente R$ 1 bilhão anual de forma ilegal no Brasil
O secretário “expôs o entendimento de que a falta de percepção de ilegalidade do produto pode implicar uma aceitação e disseminação tão ampla que praticamente inviabiliza o trabalho de repressão”.







